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O mau hálito (halitose) é a liberação de odores desagradáveis provenientes da boca ou da respiração. Pode ser uma alteração fisiológica ou patológica que muda o odor do hálito.

Estima-se que 30% da população brasileira sofra de forma crônica desse problema.

De manhã

O mau hálito matinal é considerado fisiológico e todos temos, pois ocorre devido o baixo fluxo salivar, leve hipoglicemia e aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica durante a noite. Após higienização e/ou a primeira refeição o odor desaparece, caso contrário considera-se que se tem mau hálito. Neste caso é mau halitofundamental um diagnóstico preciso sobre a origem, pois a halitose somente desaparecerá depois de eliminada a respectiva causa.

Fique atento

Um dos principais problemas associados aos portadores de halitose é a diminuição da sua percepção, pois as células olfativas rapidamente se adaptam a odores repetidos. O uso de produtos comuns disponíveis no mercado é paliativo, pois atenuam a halitose, mas não tratam a causa. Um enxaguante com álcool, por exemplo, pode piorar o hálito, pois resseca a mucosa bucal (por desidratação) acelerando o processo natural e fisiológico de descamação da mesma, o que gera aumento de substâncias geradoras do mau hálito (substâncias voláteis e de cheiro forte). Assim como uma bala na boca apenas disfarça o odor temporariamente.

Ual

Existem mais de 50 origens para a halitose. As origens mais freqüentes são saburra lingual, problemas periodontais, xerostomia, estresse, alimentação inadequada, desidratação, hipoglicemia, problemas respiratórios, hepáticos, etc.

Existe um protocolo de atendimento clínico a ser seguido. Desde uma anamnese detalhada a exames auxiliares para o diagnóstico (uso do Oralchroma para medir os gases sulfurados, avaliação completa da salivação, entre outros). Com o diagnóstico correto, o tratamento será efetivo e não mascarador. Em 95% dos casos de Halitose o tratamento é bucal, através do Cirurgião-dentista especializado no assunto.

Os fatores mais importantes a serem corrigidos no tratamento são: diminuição da formação de saburra lingual, a correção do fluxo salivar (xerostomia ou boca seca tem diversas origens, e são investigados no questionário de avaliação inicial), diminuição da descamação epitelial e técnica de higiene e produtos adequados.

A simples presença de mau hálito, apesar de não ter grandes repercussões clínicas para a pessoa, pode, na maioria das vezes, provocar sérios prejuízos psicossociais. Os mais comumente relatados são a insegurança ao se aproximar das pessoas, a depressão secundária a isso, dificuldade em estabelecer relações amorosas, resistência ao sorriso, ansiedade, e baixo desempenho profissional, quando o contato com outras pessoas é necessário.

Referência Bibliográfica

Halitose – Um desafio que tem cura – Olinda Tárzia

EPUB – Editora de Publicações Biomédicas LTDA 2003

 

Colaborou : Dra. Carolina Tarouco A. Soares – Especialista em Halitose

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